16 nov
Conselho de Fisioterapia adota a terapia floral
16 nov
14 nov
10 set
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Unidade de Atendimento ao Publico - ANVISA atendimento.uniap@anvisa.gov.br
Prezado Senhor,
Em relação ao protocolo de atendimento 2010412831, informamos que dentre os princípios e diretrizes estabelecidos pela Lei nº 8.080/90, a descentralização administrativa é fundamental como meio de racionalizar as ações no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Informamos ainda que os florais não são objeto de registro da Anvisa. Solicitamos que encaminhe mais informações sobre a referida denúncia. A afirmação “agentes da Anvisa” não é suficiente para uma ação de investigação qualificada. É necessário informação sobre quem realizou a ação (união, estado ou municípios), período aproximado em que ocorreu e quais as condições do produto apreendido. É necessário avaliar se a apreensão foi legítima, por exemplo, se o produto estava fora do prazo de validade ou com indicações de impróprio para o consumo. Com mais informações esta Assessoria poderá iniciar o processo de investigação preliminar da denúncia. Atenciosamente,
Anvisa Atende Central de Atendimento Agência Nacional de Vigilância Sanitária 0800 642 9782 www.anvisa.gov.br <http://www.anvisa.gov.br/> Siga a Anvisa: www.twitter.com/anvisa_oficial Este endereço eletrônico está habilitado apenas para enviar e-mails.Caso deseje entrar em contato com a central, favor ligar no 0800 642 9782 ou acessar o Fale Conosco, disponível no portal da ANVISA (www.anvisa.gov.br <http://www.anvisa.gov.br/> ). As ligações podem ser feitas de segunda a sexta - feira, das 7h30 às 19h30, exceto feriados. |
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25 ago
Por José Joacir dos Santos (*)
Eu só trabalho com os Florais de Bach quando o cliente é do tipo apático, descrente de tudo, preconceituoso, preso a uma religião onde o dinheiro é colocado como senha para entrar no “reino de Deus” ou aquele tipo que precisa de um time de futebol (em excesso) ou uma droga para viver. Também aquela pessoa sem muito sal ou sem doçura, que vive por viver. Eu sei que os Florais de Bach funcionam bem porque já tomei as 38 essências puras várias vezes, desde anos atrás, e sempre que vem um cliente com determinado bloqueio emocional eu volto a tomá-las, especialmente aquela direcionada àquele bloqueio, antes do cliente chegar para a consulta. Isso ajuda muito quando o cliente está na sua frente há uma troca de energias, como se fome e vontade de comer estivessem frente à frente. Depois dessa fase, mudo de sistema e sugiro os Florais de Saint Germain porque esses são energeticamente mais direcionados à psiquê (o terapeuta tem que saber a reação de cada essência pura em si mesmo, a solução estoque).
Tinha acabado de receber telefonema de uma cliente angustiada porque tinha internado o filho em uma clínica de desintoxicação de viciados em drogas. O medo e a insegurança que ela me passou por telefone foram tão fortes que resolvi me livrar dessa energia imediatamente ao desligar o telefone. Sim, esses medos e essas energias são transmissíveis por telefone e podem grudar em quem escuta. Veio à minha mente o Cerato. Lembrei que essa flor trabalha a insegurança, as “dúvidas de suas decisões, a necessidade de confirmação dos outros, a não-confiança na voz interior”. Aquela mãe me dizia que não sabia se tinha tomado a decisão certa e eu já tinha lhe recomendado há dias que internasse o menino de 16 anos, que já tinha sido preso por uso de drogas pesadas. Não tive dúvidas: virei o vidrinho (doze única, só recomendada a quem sabe o que está fazendo) e fui deitar. Meu organismo é bem sensitivo a tudo que ponho na boca e a resposta veio rápida: sai do corpo físico. Meu cordão prateado, aquele que se prende a corpo físico ao corpo espiritual, nas viagens astrais e saídas do corpo. Desta vez o cordão não era nada prateado, era multicolorido. Fui arremessado a lugares distantes no passado, lugares onde vivi ou onde tive experiências de vida. Era muito bonito aquele cordão!
Chegou a um ponto que parecia que o cordão tinha acabado, como se fosse o final da linha de ônibus. Senti um puxão enorme e pensei: hora de voltar para o corpo? O cordão puxava com tanta força o meu corpo espiritual que fui inundado com o sentimento de insegurança. Tive medo que o cordão se rompesse e eu fosse separado do meu corpo físico e morresse. Aquilo não era nada mais nada menos do que a insegurança no meu conhecimento de que o rompimento é impossível naquele estado astral. Então, reagi. Agarrei-me ao cordão com as duas mãos para que ele não se partisse, como se isso fosse possível. A sensação era de forte medo, questionando tudo naquele momento. Eu sabia que o processo natural e divino é que o ser volte sempre ao corpo nessas viagens porque a viagem da morte é diferente, é o desprendimento de todo o ser espiritual do corpo físico em um movimento claro e límpido. Em certas ocasiões, embora você tenha o conhecimento, a essência humana pode falhar porque ninguém é perfeito. Comecei, então, a enviar comandos de “volte ao corpo”para que meu ser obedecesse logo. Naquele instante percebi a essência da flor do Cerato. Ao chegar perto do meu corpo físico, na cama, percebi que estava arrodeado de pessoas (espíritos) querendo se aproveitar da ausência espiritual do meu ser, impregnado pela falta de confiança e medo. Expulsei todo mundo com gritos e até empurrões mentais. Voltei definitivamente para o meu corpo físico e “acordei”. Eram quase duas da manhã. Fui ao banheiro e meu corpo ainda sentia as vibrações da viagem, como se ao redor do meu umbigo estivesse machucado e dolorido. Agarrei o Emergencial do Sistema Saint Germain e tomei uma gota. Hora de dormir tranqüilo com a lição do Cerato. (*) José Joacir dos Santos é jornalista e psicoterapeuta jjoacir@gmail.com
17 jul
Por José Joacir dos Santos (*)
O cliente chegou para mim se queixando de insônia e ansiedade. Ele se disse vegetariano e praticante de yoga na conversa preliminar. Perguntei se os exercícios de yoga não estavam mais funcionando para relaxar e dormir e ele disse que não. Que estava em um momento de transição, havia acabado o casamento e que se preparava para mudar de emprego. Pelo fato de ser praticante de yoga e já trazer de primeira mão os sintomas principais, insônia e ansiedade, não lhe perguntei muita coisa sobre os seus hábitos porque conheço muito bem praticantes de yoga e sei como se comportam. Ledo engano! O fato de de ser vegetariano não me acrescentava nada porque Hitler era vegetariano e a maioria dos indús também é vegetariana mas são carrancudos e agressivos quando têm oportunidade.
Ainda estou para descobrir se há uma relação direta entre agressividade entre os vegetarianos ou se é a cultura do povo que pratica isso. Pessoalmente fui vegetariano por cinco anos e a reação de cada um depende do estilo de vida. O vegetarianismo, em si, pode tornar pessoas mais saudáveis ou não. Milhares de indianos vegetarianos morrem todos os anos na época de calor ou de frio intenso porque a imunidade é baixa. Vi muita gente tirar onda de vegetariano para chamar a atenção, não por convicção ou necessidade física. Logo na primeira consulta passei dois florais para meu cliente.
Na segunda semana o cliente me ligou dizendo que os florais “não funcionam”. Dizer que floral não funciona para quem trabalha e consome floral há mais de dez anos é como acreditar em histórias da carochinha ou que varrer casa de noite faz mal. Chamei o cliente para nova consulta e desta vez fui às perguntas sobre seu estilo de vida. Não é fácil arrancar respostas de certos clientes porque muita gente se segura na doença para poder chantagiar a vida e a si mesmo. As vezes para chantagiar os outros, àqueles mais próximos. Falhas na formação emocional escondidas debaixo do tapete do DNA aparecem na superfície na fase adulta, muitas vezes depois que a pessoa constituiu família, aparecem os netos e aí a coisa começa a pegar. Não é muito raro ver um idoso difícil de se lidar… A memória celular está presente e as vezes resiste a morrer, mesmo quando o portador é afetado por doenças incuráveis.
Meu cliente começou a soltar o arquivo secreto e não demorou muito a perceber que a família inteira dele sofre de depressão, que passa de pai para filho há muitas gerações. Há neles uma tristeza tão profunda que eles têm dificuldade de compatilhar momentos de alegria e felicidade, mesmo a alegria a felicidade estando presentes. Já vi muito isso. Quem tem história familiar de depressão precisa ficar atento e combatê-la logo nos primeiros sinais porque depressão é como cair em uma lama podre. Você toma quinhentos banhos para se livrar do cheiro e as vezes o nariz leva anos para esquecer. Esse cheiro pode servir como gatilho e toda a história volta mesmo a pessoa não tendo caído na lama novamente. Todos os cheiros trazem memórias, do presente ou do passado e as vezes de vidas passadas.
Chegou a vez de investigar os seus hábitos: fumo para dormir; uma vez ou outra tomo isso para dormir (antidepressivo). Como um praticante de yoga toma antipressivo na hora que dá na telha? Já pensou um jogador de futebol tomar antidepressivo quando perde uma partida? No Brasil a cultura da farmácia fácil tem acabado com muitas vidas, gerado muitas doenças e enriquecido os laboratórios internacionais que trabalham dia e noite pela criação de novos remédios, isto é, novos nomes para os mesmos venenos. Infelizmente não há estatísticas sobre isso e as pessoas as vezes escondem que fazem uma cestinha na farmácia da esquina, por conta própria e sem necessidade. Para entender como isso dá dinheiro fácil, é só olhar nas grandes cidades as inúmeras redes de farmácia. Pessoas fragilizadas emocionalmente aprenderam que só existe um caminho, o da farmácia.
As próximas consultas foram produtivas e o meu cliente teve a coragem de me mostrar as inúmeras multas de trânsito porque ele brigava até com o sinal vermelho e ultrapassava para mostrar ao sinal que ele tinha o poder de ultrapassar. Naquele momento não vinha na cabeça dele as multas e o resultado da sua estupidez. Para encurtar esse história, a yoga era utilizada como máscara de carnaval, isto é, ele espalhava para o mundo inteiro que praticava yoga para passar uma imagem falsa da sua identidade emocional. As vezes até comparecia às sessões de yoga quando não ficava no cafezinho na loja de baixo. Pessoas quimicamente contaminadas têm dificuldade de se harmonizar com florais. Tive que ensinar ao meu cliente que floral não é sonífero, não funciona como medicamento alopático e que a doença nasce no espírito adoecido, depressivo, portador, também, de gatilhos genéticos. (*) José Joacir dos Santos é Psicossomatista e Terapeuta Floral jjoacir@gmail.com
7 mai
O Terapeuta Floral credenciado José Joacir dos Santos está realizando pesquisa com florais e clientes vegetarianos que também não toma medicamento alopático, utilizando o Emergencial dos Florais de Saint Germain. Ele tem observado que a resposta do floral é extremamente rápida para aquele público, no caso de: dores-de-cabeça, mal-estar, pressão alta, vômitos, tonteira. Se você estiver no mesmo caminho, ou tenha obtido resultado semelhante e deseja compartilhar sua experiência, escreva para jjoacir@gmail.com
Se você está fazendo estudo e pesquisa com florais e deseja publicar algum artigo, escreva para asteflordf@gmail.com
Se você tem alguma experiência com florais no atendimento hospitalar e deseja publicar um Caro Real, escreva para asteflordf@gmail.com
23 jan
21 out
Por José Joacir dos Santos
Uma pergunta muito frequente: como começar a profissão de Terapeuta Floral? E a resposta é: do começo! Primeiro você se especializa no sistema floral da sua simpatia. Um só. É bobagem ficar fazendo cursos de vários sistemas, a não ser que você queira estudar a experiência de outras pessoas. Em seguida, curar a si mesmo. Tomar um banho de floral, isto é, utilizar todas as essências desse sistema em você mesmo, sempre tomando a Solução Estoque. Sim, torne-se cobaia de si mesmo. Só assim você poderá trabalhar sabendo como atua cada um dos florais que você trabalha. Claro, prepare-se para a reviravolta na sua vida porque cada floral vai exercer influência sobre o seu ser. Anote tudo o que sentir, pensar, sonhar, acontecer na sua vida, com datas.
Crie um caderno para as suas próprias anotações, inclusive os sonhos, que terá durante o tratamento. Se você é daquele tipo que diz não sonhar, então trate isso logo. É sempre bom começar com os problemas que você acha que tem, ou que alguém disse que você teria. Você sabe, não é, todo mundo tem um remédio maravilhoso par lhe receitar, até o cobrador de ônibus tem… Examine, coloque-se na parede, mantenha altas conversas consigo mesmo até que se estabeleça uma comunicação entre você e os florais. As vezes é necessário um pouco de solidão, de caminhadas no final da tarde, de contemplação da natureza, de meditação. Vai chegar um momento em que você tomou todas as essências do sistema que escolheu e ainda tem dúvidas. Então, recomece até não ter mais dúvidas sobre o que você está fazendo na vida e passar a compreender a mensagens dos seus próprios sonhos, das pessoas que chegam até você, dos sinais da natureza, das mensagens que vem do espaço — e elas virão! Uma boa pesquisa sobre o que é arquétipo ajuda bastante, mas só para lhe dar uma idéia. Se sonhar com água, se pergunte qual é a relação que você tem com aquela mensagem. Esqueça aqueles dicionários de sonhos e os arquétipos das escolas de psicologia do Brasil. Os arquétipos que você precisa estão vivos e bem na sua frente!
Não seja crítico de você mesmo. Treine a compaixão. Se permita duvidar, errar, descobrir que os seus achados não eram nada do que você pensava que eram. Se permita ser um com a flor e esteja disposto a levantar no meio da noite para fazer anotações naquele seu caderno porque mensagens surgirão até no meio da noite. As pessoas que vivem com você, na mesma casa, vão começar a desenvolver certa ciumeira com relação a esse seu trabalho com as flores, mas você vai utilizar isso para ver até que ponto a energia das flores já está ultrapassando suas fronteiras e desejando integrar personalidades no seu tratamento. Coloque flores nos vasos da casa. Sim, elas se expandirão através de você, pessoas chegarão para você e passarão mensagens diretamente, aquelas coisas que você precisa mesmo ouvir… Observe as sincronias porque nelas existem e quem lhe traz mensagens, como traz, quando e por quê.
Enquanto você estiver nesse processo poderá atrair pessoas necessitando de florais e lhe pedindo consultas e opiniões. Você só abre as portas quando alguém solicitar. Não saia por ai oferecendo seus serviços. Quando você abrir as portas, esteja disposto a jogar de porta a fora todas as dúvidas sobre a sua própria intuição, percepção, mensagens dos anjos, santos, do universo inteiro. Se você continuar achando que trabalhar com florais é ler a bula e indicar, é preferível que mude de profissão porque a Terapia Floral não é assim. Sim, há uma enorme diferença entre duvidar de uma coisa e de outra, de uma informação ou de outra, e viver duvidando de tudo e de todos. Se mesmo assim isso persistir, se pergunte: por que estou duvidando tanto das coisas? E se coloque na posição receptiva de ter a resposta diretamente no seu cérebro ou através de uma mensagem externa. E floral tem a ver com espiritismo e ocultismo? Se é assim que você quer chamar, tem. Mas se você conseguir compreender a relação com os mistérios do inconsciente coletivo é parte integrante da história humana, melhor! Nós somos seres energéticos, quer você queira ou não. Se você está preso a conceitos e preconceitos religiosos é melhor recomeçar o seu tratamento com os florais antes de iniciar o trabalho como Terapeuta. Você ainda tem dúvidas? Até quando? Floral é hoje uma terapia utilizada no Planeta inteiro e tem quase cem anos a sua sistematização.
Então, como cada pessoa tem um processo diferente, você simplesmente pode começar a estudar o sistema e a clientela vai bater na porta querendo floral. Prepare outro caderno, esse só para os clientes. O maior segredo é ouvir o que a pessoa tem a dizer e enquanto ela vai falando e você anota palavras-chaves, se permita que as flores do sistema que você estudou venham até sua mente e digam: eu! Sim, elas saltam na sua mente. O cliente solta tudo, diz logo o que incomoda. Inúmeras vezes estava atendendo cliente com psicoterapia e vinham flores na minha mente, exatamente aquelas do sistema que eu estava utilizando e que se enquadravam na história do cliente. Se vier mais de uma flor, você faz uma escala de prioridades, sempre perguntando: o que esse cliente mais precisa de imediato? Anota as outras e vai sugerindo elas na medida em que as consultas vão se repetindo. Lembre-se que Terapeuta Floral não é psicólogo, embora haja muitos psicólogos trabalhando com a Terapia Floral.
Você pode até sonhar com alguém lhe dizendo que o cliente tal precisa dessa e daquela flor. Antigamente se fazia o famoso coquetel de flores, isto é, muitas flores em um só vidro, mas já sabemos que isso não é necessário. As vezes uma só flor é tudo o que o cliente precisa. Dependendo do caso, três flores juntas são o suficiente, especialmente se todas têm a mesma finalidade ou sincronia. Quando o cliente necessitar da Solução Estoque, por que não sugerir? O cliente de floral já é determinado, já sabe que precisa da cura mas não sabe por onde começar. Há pessoas que nunca procurarão fazer um tratamento com Terapia Floral, embora a gente só lamente por isso. Então, se pergunte o por quê você fez um curso de floral e deixe que o universo lhe responda. Faça um curso bem feito, e se aprofunde sozinho na leitura — não perca tempo fazendo cursos que nãao sejam presenciais. Como e quando começar a trabalhar como Terapeuta Floral? Você é quem tem que determinar isso porque aí o universo inteiro conspira a seu favor. Há investimentos financeiros a fazer com consultório, material, livros, registro em associação porque ninguém pode trabalhar sem um registro, mas se é isso que você sente no seu coração, vá em frente e seja muito feliz como eu sou. José Joacir dos Santos é Terapeuta Floral www.joacir.com
8 set

Por José Joacir dos Santos
Não foi somente o Doutor Bach quem ficou atento para as flores ao redor de sua casa no campo. Milhares de pessoas no mundo inteiro, há centenas de anos, fazem a mesma coisa porque há um consenso entre os sábios antigos: a natureza coloca ao nosso redor tudo aquilo que necessitamos para a saúde física, mental, emocional e espiritual. O Terapeuta Floral deve ficar atento ao meio-ambiente da região em que vive e trabalha para ver os sinais da natureza ou a ausência desses sinais e nisso guiar a sua vida. As vezes é preciso de mudar de cidade, de estado, por causa da ausência de sinais. Nada mais rico e perfeito do que os sinais da flores. Por anos seguidos pude perceber a direção de onde seguir com a clientela apenas observando as flores. É incrível como as plantas morrem, florescem e dão flores de acordo com a energia do meio-ambiente, das pessoas, dos clientes e nossa, pessoal. Analisando as flores do Himalaia, publicadas no livro “Himalayan Florwers”, de Gurmeet Thukral, dá para perceber que a maioria das flores daquela região onde fica o Tibete tem as cores rosa, dourada e azul-turqueza, exatamente as cores da Chama Trina, que os Mestres Reiki e Magnified Healing sabem do que se trata. Elas também tem uma característica que os fitoterapeutas e Terapeutas Florais precisam saber: são cabeludas, amargas e leitosas. Essas três características fisicas são também utilizadas pelos militares em combate nas florestas para não comer plantas com tais características. Não é que são inservíveis, muito pelo contrário. São profundamente medicinais e precisam ser manipuladas por quem conhece do assunto. Que tal as flores que nascem perto de sua casa? Já fotografou? Já verificou em que mês elas ocorrem e como? Um detalhe me chamou a atenção: há cactus iguais aos que ocorrem no Sertão da Paraíba/Pernambuco.
30 jun
(*) Por José Joacir dos Santos
Florais podem ser “medicados” como qualquer outro “remédio”? Não. Embora tenha sito um médico, o Dr. Bach, que sistematizou a Terapia Floral nos anos 30 do século passado, a Terapia Floral não é uma especialidade médica e o próprio Dr. Bach a sistematizou com essa finalidade. Precupado porque ele sabia que tratava as doenças e não as causas, largou a medicina oficial e utilizou seu conhecimentos para os estudos da Terapia Floral sem imaginar que essa atitude criaria um impacto mundial. Nós, terapeutas, apreciamos muito e louvamos a integração de inúmeros médicos brasileiros hoje em dia com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, entre as quais a Terapia Floral se encontra. Floral já está no SUS e o Brasil dá um baile de humanização da saúde pública. Inúmeros sistemas florais fracassaram no mundo, inclusive alguns no Brasil, porque quem os manipulava não compreendia a leveza dessa terapia, que precisa ter a sensibilidade espiritualizada de quem cria. Na Califórnia, Estados Unidos, existem inúmeros casos de fracasso absoluto porque a intenção dos criadores era puramente comercial, sem alma, sem a intenção da cura humana.
É preciso ter cuidado para não se fazer com a Terapia Floral o que se fez com a Psicologia e o que se tenta fazer com a Acupuntura. A Psicologia no Brasil, incentivada pelo Conselho da classe, tornou-se um boneco amarrado pelos pés. Passou a copiar procedimentos da medicina alopática e com isso distanciou-se da sua finalidade básica que é tratar o ser humano de forma holística, integral. Tratar o ser e não as doenças, com a compaixão de não imprimir rótulos. Uma breve leitura nos livros de Jung dá para perceber a preocupação constante dele em manter a piscologia e a psicanálise (embora as duas não fossem muito bem definidas em sua época) a serviço do ser humano integral, sem a castração da espiritualidade porque tudo no Planeta Terra está integrado e depende das forças da natureza.
Trabalhando como presidente da Asteflor, por anos, e ultimamente como secretário, recebo e respondo inúmeros e-mails de todo o país e de alguns países de língua portuguesa e espanhola sobre a Terapia Floral como um todo. Pelas queixas e perguntas, dá para saber que já existem inúmeros médicos trabalhando com a Terapia Floral e isso é louvável. A preocupação é que alguns confundem floral com medicamento no sentido alopático e acham que as pessoas podem ser “medicadas” com floral. O caso mais grave que registrei foi o de uma médica que colocou 20 essências diferentes em um vidro e deu para o paciente dela. Aparentemente ela leu a indicação de cada floral como se lê a bula de um remédio alopático e juntou as essências no vidro pensando sem se preocupar em OUVIR o que o cliente tinha a dizer de si mesmo. Terapia Floral não é juntar essências em vidros e tomar. Os antigos “buquês” estão ultrapassados. Floral não é garrafada!
Doutor Bach chamou seu Sistema de Floral de Bach de “remedies” (remédios). O Dicionário Aurélio diz que remédio é “aquilo que combate mal, dor ou doença. Aquilo que serve para curar ou aliviar a dor ou enfermidade”. Órgãos da classe médica parecem ter problemas com dicionário e acreditam que tudo que fala de cura, de dor, de remédio, de medicamento, de mal e de doença é “propriedade” da medicina alopática. Eles também têm dificuldade em compreender que medicina não é só a alopática. As vezes, ironicamente, chamo a medicina alopática de oficial porque tem mais médicos como chefe de escritórios públicos em Brasilia do que profissionais de administração e do que em hospitais. Medicina é um termo amplo, utilizado pela humanidade para definir sua capacidade de buscar o equilíbrio da saúde física, mental, emocional e espiritual e isso não é propriedade de ninguém. O próprio Dicionário Aurélio cita vários tipos de “medicina”, inclusive a “medicina indígena”.
Devido ao hábito de receitar medicamentos alopáticos de acordo com as direções dadas pelos laboratórios, médicos estão tentando fazer a mesma coisa com floral e isso é um erro grave. O uso do floral não é para os males físicos propriamente ditos, por exemplo, tumores, embora pessoas com tumores tenham alivio emocional com a Terapia Floral. É só verificar o trabalho feito pelo Sistema de Florais de Saint Germain com pessoas que se submetem a transplantes de órgãos em São Paulo para ver que não há incompatibilidade de florais nem com cirurgias. Trabalhar com a Terapia Floral é sair de toda lógica da divisão do corpo humano em partes ou peças. O médico precisa soltar os hábitos mecânicos de exame e olhar para o paciente como se olha para um bebê indefeso pedindo socorro.
É preciso imitar um pouco a bondade de Chico Xavier, a leveza de Madre Tereza, a suavidade do Dalai Lama sem ter que se desfazer do conhecimento fantástico que a profissão de médico proporciona. É sair da lógica matemática para a leveza do ser e entrar nas dificuldades emocionais sem invadir as especialidades dos profissionais da terapia, da psicanalise, da psicologia nem o paciente. Floral e medicamento alopático funcionam muito bem juntos e o exercício de conhecer essa parceria, que parecia impossível até há pouco tempo, é um desafio que vai tornar o médico mais humanizado. Deixar o peso do diploma para redescobrir as necessidades básicas do ser humano sem a necessidade da droga química é também um desafio que muitos já estão vencendo.
Já existem vitoriosos nesse caminho. Tecnicamente, floral é complemento alimentar, não é remédio e não há como facilitar essa transição nas traduções entre inglês e português sobre “remedies”. Médicos são muito bem-vindos como Terapeutas Florais, desde que se tenha a humildade de penetrar no mundo do conhecimento popular e respeitá-lo como tal. A Terapia Floral é muito simples mas não funciona sem que o terapeuta deixe fluir a intuição e tenha a grandeza de tentar se tornar leve como as flores para compreender e funcionar diante de um cliente que procura essa Terapia que caminha para os 100 anos.
Há de chegar o dia em que todos trabalhemos juntos, contribuindo com o conhecimento individual, holístico por natureza, que vem da raiz da humanidade, há milênios, sem a interferência da saia justa dos órgãos de classe de cada profissão nem o cheiro de máfia impregnado nas grandes corporações. A Terapia Floral é de todos e para todos sem tarjas nem exclusividade da chamada superioridade acadêmica. Em cerca de dez anos trabalhando com florais, já experimentei 13 sistemas diferentes, de várias partes do mundo e em cada um deles dá para se saber o nível de intenção de cura. José Joacir dos Santos é credenciado pela American Association of Integrative Medicine jjoacir@gmail.com
Nota: a fotografia é da casa do Dr. Bach,onde ele selecionou as flores, fora de Londres