Médicos Alopatas querem tomar a Acupuntura

Enquanto o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional aprovou, em 02.11.2010, o uso da Terapia Floral por seus membros, assim como o fez o Conselho de Odontologia em 2008, e estaria tentando fazer o Conselho de Psicologia (que está em uma situação bem delicada), respeitando o livre exercício das profissões, garantido pela Constituição Federal, Artigo Quito, o Conselho Federal de Medicina (CMF) entrou na justiça e obteve vitória parcial onde cabe recursos sobre o domínio da Acupuntura. Não faz muito tempo e é ainda possível encontrar na internet uma resolução daquele conselho abominando a acupuntura. Agora eles querem, na justiça, se apropriar da Acupuntura, apesar do governo federal já ter definido essa profissão como não sendo exclusividade médica pela Comissão Nacional de Classificação, coordenada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão desde 2007 (não esqueçam que a justiça brasileira é cega, eles não buscam antecedentes).

O grande contraste desta história é que a Acupuntura lida com meridianos energéticos invisíveis, isto é, energia, que a Medicina Alopática ignora. Isso coloca o CMF em posição desconfortável porque encampando uma terapia energética que trabalha com rios energéticos invisíveis, descobertos por médiuns orientais há vários séculos, eles terão que reconhecer, também, todos os trabalhos e terapias energéticas e espiritualistas, inclusive a Umbanda, que trabalham com os mundos invisíveis.

Isso seria um avanço fantástico se não transparecesse que por trás dessa preocupação exacerbada com a Acupuntura denota apenas um dos aspectos negativos dos grupos milionários da Medicina Alopática que manda no Brasil: a ganância por dinheiro. Mesmo ricos, poderosos, eles querem mesmo é mais dinheiro em caixa, nada mais. A Acupuntura vem do Oriente com um conceito de saúde pública totalmente diferente da proposta Alopática e todo mundo sabe disso. Infelizmente, grande parte dos médicos que não concordam com isso também não se posiciona contra essa sede de dinheiro da categoria, que se diz preocupada com quem vai “agulhar” os clientes, que escolhem, por livre arbítrio, os acupuntores. O que eles querem mesmo é decidir pela população o que é melhor para a saúde dela.

Esse aparente paternalismo tem resquício na ditadura militar, quando os brasileiros eram taxados de incompetentes para gerenciar suas vidas e que a democracia era algo perigoso. A sociedade, como um todo, precisa se manifestar para garantir a liberdade e a democracia, especialmente para garantir que as práticas complementares de saúde pública continuem sendo alimentadas pelo conhecimento popular como é a Acupuntura. Esperamos que a justiça esteja atenta para identificar essa tentativa de engorda dos grupos mantidos pelos laboratórios farmacênticos nacionais e internacionais que só se preocupam com os ganhos financeiros dos milhares de medicamentos cheios de contra-indicações que o povo brasileiro é obrigado a consumir todos os dias, sem a menor fiscalização.

“Os florais não são objeto de registro da ANVISA”

Há algum tempo atrás, a ASTEFLOR recebeu denúncias de que agentes da ANVISA estavam recolhendo florais nas farmácias de Curitiba, Paraná, e encaminhou

a denúncia à Central de Atendimento da ANVISA. Um pouco atrasada e incompleta veio a mensagem abaixo, veja a data. O importante desta mensagem é

que a ANVISA confirma o nosso entendimento de que “Os florais não são objeto de registro da ANVISA”.

“de

Unidade de Atendimento ao Publico - ANVISA atendimento.uniap@anvisa.gov.br

para asteflordf@gmail.com
data 9 de setembro de 2011 06:13
assunto CENTRAL DE ATENDIMENTO ANVISA
enviado por anvisa.gov.br
ocultar detalhes 9 set (2 dias atrás)
Prezado Senhor,

Em relação ao protocolo de atendimento 2010412831, informamos que dentre os princípios e diretrizes estabelecidos pela Lei nº 8.080/90, a descentralização administrativa é fundamental como meio de racionalizar as ações no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
Dessa forma, destacamos que, no Brasil, a responsabilidade pelo controle e fiscalização de medicamentos, cosméticos, saneantes e produtos para a saúde é de todo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, conforme preconiza a Lei nº 9.782/99. O mencionado sistema é coordenado pela Anvisa e as ações de vigilância sanitária se desenvolvem conjuntamente pelas três esferas de governo, de forma coordenada.

Informamos ainda que os florais não são objeto de registro da Anvisa.

Solicitamos que encaminhe mais informações sobre a referida denúncia. A afirmação “agentes da Anvisa” não é suficiente para uma ação de investigação qualificada. É necessário informação sobre quem realizou a ação (união, estado ou municípios),  período aproximado em que ocorreu e quais as condições do produto apreendido. É necessário avaliar se a apreensão foi legítima, por exemplo,  se o produto estava fora do prazo de validade ou com indicações de impróprio para o consumo. Com mais informações esta Assessoria poderá iniciar o processo de investigação preliminar da denúncia.

Atenciosamente,
Anvisa Atende
Central de Atendimento
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
0800 642 9782
www.anvisa.gov.br <http://www.anvisa.gov.br/>
Siga a Anvisa: www.twitter.com/anvisa_oficial
Este endereço eletrônico está habilitado apenas para enviar e-mails.Caso deseje entrar em contato com a central, favor ligar no 0800 642 9782 ou acessar o Fale Conosco, disponível no portal da ANVISA (www.anvisa.gov.br <http://www.anvisa.gov.br/>  ). As ligações podem ser feitas de segunda a sexta - feira, das 7h30 às 19h30, exceto feriados.

Cerato trabalha a insegurança

Por José Joacir dos Santos (*)

Eu só trabalho com os Florais de Bach quando o cliente é do tipo apático, descrente de tudo, preconceituoso, preso a uma religião onde o dinheiro é colocado como senha para entrar no “reino de Deus” ou aquele tipo que precisa de um time de futebol (em excesso) ou uma droga para viver. Também aquela pessoa sem muito sal ou sem doçura, que vive por viver. Eu sei que os Florais de Bach funcionam bem porque já tomei as 38 essências puras várias vezes, desde anos atrás, e sempre que vem um cliente com determinado bloqueio emocional eu volto a tomá-las, especialmente aquela direcionada àquele bloqueio, antes do cliente chegar para a consulta. Isso ajuda muito quando o cliente está na sua frente há uma troca de energias, como se fome e vontade de comer estivessem frente à frente. Depois dessa fase, mudo de sistema e sugiro os Florais de Saint Germain porque esses são energeticamente mais direcionados à psiquê (o terapeuta tem que saber a reação de cada essência pura em si mesmo, a solução estoque).

Tinha acabado de receber telefonema de uma cliente angustiada porque tinha internado o filho em uma clínica de desintoxicação de viciados em drogas. O medo e a insegurança que ela me passou por telefone foram tão fortes que resolvi me livrar dessa energia imediatamente ao desligar o telefone. Sim, esses medos e essas energias são transmissíveis por telefone e podem grudar em quem escuta. Veio à minha mente o Cerato. Lembrei que essa flor trabalha a insegurança, as “dúvidas de suas decisões, a necessidade de confirmação dos outros, a não-confiança na voz interior”. Aquela mãe me dizia que não sabia se tinha tomado a decisão certa e eu já tinha lhe recomendado há dias que internasse o menino de 16 anos, que já tinha sido preso por uso de drogas pesadas. Não tive dúvidas: virei o vidrinho (doze única, só recomendada a quem sabe o que está fazendo) e fui deitar. Meu organismo é bem sensitivo a tudo que ponho na boca e a resposta veio rápida: sai do corpo físico. Meu cordão prateado, aquele que se prende a corpo físico ao corpo espiritual, nas viagens astrais e saídas do corpo. Desta vez o cordão não era nada prateado, era multicolorido. Fui arremessado a lugares distantes no passado, lugares onde vivi ou onde tive experiências de vida. Era muito bonito aquele cordão!

Chegou a um ponto que parecia que o cordão tinha acabado, como se fosse o final da linha de ônibus. Senti um puxão enorme e pensei: hora de voltar para o corpo? O cordão puxava com tanta força o meu corpo espiritual que fui inundado com o sentimento de insegurança. Tive medo que o cordão se rompesse e eu fosse separado do meu corpo físico e morresse. Aquilo não era nada mais nada menos do que a insegurança no meu conhecimento de que o rompimento é impossível naquele estado astral. Então, reagi. Agarrei-me ao cordão com as duas mãos para que ele não se partisse, como se isso fosse possível. A sensação era de forte medo, questionando tudo naquele momento. Eu sabia que o processo natural e divino é que o ser volte sempre ao corpo nessas viagens porque a viagem da morte é diferente, é o desprendimento de todo o ser espiritual do corpo físico em um movimento claro e límpido. Em certas ocasiões, embora você tenha o conhecimento, a essência humana pode falhar porque ninguém é perfeito. Comecei, então, a enviar comandos de “volte ao corpo”para que meu ser obedecesse logo. Naquele instante percebi a essência da flor do Cerato. Ao chegar perto do meu corpo físico, na cama, percebi que estava arrodeado de pessoas (espíritos) querendo se aproveitar da ausência espiritual do meu ser, impregnado pela falta de confiança e medo. Expulsei todo mundo com gritos e até empurrões mentais. Voltei definitivamente para o meu corpo físico e “acordei”. Eram quase duas da manhã. Fui ao banheiro e meu corpo ainda sentia as vibrações da viagem, como se ao redor do meu  umbigo estivesse machucado e dolorido. Agarrei o Emergencial do Sistema Saint Germain e tomei uma gota. Hora de dormir tranqüilo com a lição do Cerato. (*) José Joacir dos Santos é jornalista e psicoterapeuta jjoacir@gmail.com

Faço yoga e floral não funciona

Por José Joacir dos Santos (*)

O cliente chegou para mim se queixando de insônia e ansiedade. Ele se disse vegetariano e praticante de yoga na conversa preliminar. Perguntei se os exercícios de yoga não estavam mais funcionando para relaxar e dormir e ele disse que não. Que estava em um momento de transição, havia acabado o casamento e que se preparava para mudar de emprego. Pelo fato de ser praticante de yoga e já trazer de primeira mão os sintomas principais, insônia e ansiedade, não lhe perguntei muita coisa sobre os seus hábitos porque conheço muito bem praticantes de yoga e sei como se comportam. Ledo engano! O fato de de ser vegetariano não me acrescentava nada porque Hitler era vegetariano e a maioria dos indús também é vegetariana mas são carrancudos e agressivos quando têm oportunidade.

Ainda estou para descobrir se há uma relação direta entre agressividade entre os vegetarianos ou se é a cultura do povo que pratica isso. Pessoalmente fui vegetariano por cinco anos e a reação de cada um depende do estilo de vida. O vegetarianismo, em si, pode tornar pessoas mais saudáveis ou não. Milhares de indianos vegetarianos morrem todos os anos na época de calor ou de frio intenso porque a imunidade é baixa. Vi muita gente tirar onda de vegetariano para chamar a atenção, não por convicção ou necessidade física. Logo na primeira consulta passei dois florais para meu cliente.

Na segunda semana o cliente me ligou dizendo que os florais “não funcionam”. Dizer que floral não funciona para quem trabalha e consome floral há mais de dez anos é como acreditar em histórias da carochinha ou que varrer casa de noite faz mal. Chamei o cliente para nova consulta e desta vez fui às perguntas sobre seu estilo de vida. Não é fácil arrancar respostas de certos clientes porque muita gente se segura na doença para poder chantagiar a vida e a si mesmo. As vezes para chantagiar os outros, àqueles mais próximos. Falhas na formação emocional escondidas debaixo do tapete do DNA aparecem na superfície na fase adulta, muitas vezes depois que a pessoa constituiu família, aparecem os netos e aí a coisa começa a pegar. Não é muito raro ver um idoso difícil de se lidar… A memória celular está presente e as vezes resiste a morrer, mesmo quando o portador é afetado por doenças incuráveis.

Meu cliente começou a soltar o arquivo secreto e não demorou muito a perceber que a família inteira dele sofre de depressão, que passa de pai para filho há muitas gerações. Há neles uma tristeza tão profunda que eles têm dificuldade de compatilhar momentos de alegria e felicidade, mesmo a alegria a felicidade estando presentes. Já vi muito isso. Quem tem história familiar de depressão precisa ficar atento e combatê-la logo nos primeiros sinais porque depressão é como cair em uma lama podre. Você toma quinhentos banhos para se livrar do cheiro e as vezes o nariz leva anos para esquecer. Esse cheiro pode servir como gatilho e toda a história volta mesmo a pessoa não tendo caído na lama novamente. Todos os cheiros trazem memórias, do presente ou do passado e as vezes de vidas passadas.

Chegou a vez de investigar os seus hábitos: fumo para dormir; uma vez ou outra tomo isso para dormir (antidepressivo). Como um praticante de yoga toma antipressivo na hora que dá na telha? Já pensou um jogador de futebol tomar antidepressivo quando perde uma partida? No Brasil a cultura da farmácia fácil tem acabado com muitas vidas, gerado muitas doenças e enriquecido os laboratórios internacionais que trabalham dia e noite pela criação de novos remédios, isto é, novos nomes para os mesmos venenos. Infelizmente não há estatísticas sobre isso e as pessoas as vezes escondem que fazem uma cestinha na farmácia da esquina, por conta própria e sem necessidade. Para entender como isso dá dinheiro fácil, é só olhar nas grandes cidades as inúmeras redes de farmácia. Pessoas fragilizadas emocionalmente aprenderam que só existe um caminho, o da farmácia.

As próximas consultas foram produtivas e o meu cliente teve a coragem de me mostrar as inúmeras multas de trânsito porque ele brigava até com o sinal vermelho e ultrapassava para mostrar ao sinal que ele tinha o poder de ultrapassar. Naquele momento não vinha na cabeça dele as multas e o resultado da sua estupidez. Para encurtar esse história, a yoga era utilizada como máscara de carnaval, isto é, ele espalhava para o mundo inteiro que praticava yoga para passar uma imagem falsa da sua identidade emocional. As vezes até comparecia às sessões de yoga quando não ficava no cafezinho na loja de baixo. Pessoas quimicamente contaminadas têm dificuldade de se harmonizar com florais. Tive que ensinar ao meu cliente que floral não é sonífero, não funciona como medicamento alopático e que a doença nasce no espírito adoecido, depressivo, portador, também, de gatilhos genéticos. (*) José Joacir dos Santos é Psicossomatista e Terapeuta Floral jjoacir@gmail.com

Terapia Floral é legal em São Paulo desde 2004

Lei Municipal nº 13.717, de 08-01-2004: Dispõe sobre a implantação das Terapias Naturais na Secretaria Municipal de Saúde, e dá outras providências.
Fonte: Administração do Site.
12/01/2004
MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 27 de novembro de 2003, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1º - Fica o Poder Executivo Municipal incumbido da implantação das Terapias Naturais para o atendimento da população do Município de São Paulo.
§ 1º - Entende-se como Terapias Naturais todas as práticas de promoção de saúde e prevenção de doenças que utilizem basicamente recursos naturais.
§ 2º - Dentre as Terapias Naturais destacam-se modalidades, tais como: massoterapia, fitoterapia, terapia floral, acupuntura, hidroterapia, cromoterapia, aromaterapia, geoterapia, quiropraxia, ginástica terapêutica, iridiologia e terapias de respiração.
Art. 2º - Para o exercício da função, os profissionais habilitados a exercer as terapias naturais citadas no artigo 1º deverão estar inscritos nos respectivos órgãos de classe existentes no Município, Estado ou País.
Art. 3º - O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de 90 (noventa) dias, contados a partir da data de sua publicação.
Art. 4º - As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 8 de janeiro de 2004, 450º da fundação de São Paulo.
MARTA SUPLICY, PREFEITA
LUIZ TARCISIO TEIXEIRA FERREIRA, Secretário dos Negócios Jurídicos
LUÍS CARLOS FERNANDES AFONSO, Secretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico
GONZALO VECINA NETO, Secretário Municipal da Saúde
Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 8 de janeiro de 2004.
RUI GOETHE DA COSTA FALCÃO, Secretário do Governo Municipal

Como iniciar a carreira de Terapeuta Floral?

 

flowers_67Por José Joacir dos Santos

 

Uma pergunta muito frequente: como começar a profissão de Terapeuta Floral? E a resposta é: do começo! Primeiro você se especializa no sistema floral da sua simpatia. Um só. É bobagem ficar fazendo cursos de vários sistemas, a não ser que você queira estudar a experiência de outras pessoas. Em seguida, curar a si mesmo. Tomar um banho de floral, isto é, utilizar todas as essências desse sistema em você mesmo, sempre tomando a Solução Estoque. Sim, torne-se cobaia de si mesmo. Só assim você poderá trabalhar sabendo como atua cada um dos florais que você trabalha. Claro, prepare-se para a reviravolta na sua vida porque cada floral vai exercer influência sobre o seu ser. Anote tudo o que sentir, pensar, sonhar, acontecer na sua vida, com datas.

Crie um caderno para as suas próprias anotações, inclusive os sonhos, que terá durante o tratamento. Se você é daquele tipo que diz não sonhar, então trate isso logo. É sempre bom começar com os problemas que você acha que tem, ou que alguém disse que você teria. Você sabe, não é, todo mundo tem um remédio maravilhoso par lhe receitar, até o cobrador de ônibus tem… Examine, coloque-se na parede, mantenha altas conversas consigo mesmo até que se estabeleça uma comunicação entre você e os florais. As vezes é necessário um pouco de solidão, de caminhadas no final da tarde, de contemplação da natureza, de meditação. Vai chegar um momento em que você tomou todas as essências do sistema que escolheu e ainda tem dúvidas. Então, recomece até não ter mais dúvidas sobre o que você está fazendo na vida e passar a compreender a mensagens dos seus próprios sonhos, das pessoas que chegam até você, dos sinais da natureza, das mensagens que vem do espaço — e elas virão! Uma boa pesquisa sobre o que é arquétipo ajuda bastante, mas só para lhe dar uma idéia. Se sonhar com água, se pergunte qual é a relação que você tem com aquela mensagem. Esqueça aqueles dicionários de sonhos e os arquétipos das escolas de psicologia do Brasil. Os arquétipos que você precisa estão vivos e bem na sua frente!

Não seja crítico de você mesmo. Treine a compaixão. Se permita duvidar, errar, descobrir que os seus achados não eram nada do que você pensava que eram. Se permita ser um com a flor e esteja disposto a levantar no meio da noite para fazer anotações naquele seu caderno porque mensagens surgirão até no meio da noite. As pessoas que vivem com você, na mesma casa, vão começar a desenvolver certa ciumeira com relação a esse seu trabalho com as flores, mas você vai utilizar isso para ver até que ponto a energia das flores já está ultrapassando suas fronteiras e desejando integrar personalidades no seu tratamento. Coloque flores nos vasos da casa. Sim, elas se expandirão através de você, pessoas chegarão para você e passarão mensagens diretamente, aquelas coisas que você precisa mesmo ouvir… Observe as sincronias porque nelas existem e quem lhe traz mensagens, como traz, quando e por quê.

Enquanto você estiver nesse processo poderá atrair pessoas necessitando de florais e lhe pedindo consultas e opiniões. Você só abre as portas quando alguém solicitar. Não saia por ai oferecendo seus serviços. Quando você abrir as portas, esteja disposto a jogar de porta a fora todas as dúvidas sobre a sua própria intuição, percepção, mensagens dos anjos, santos, do universo inteiro. Se você continuar achando que trabalhar com florais é ler a bula e indicar, é preferível que mude de profissão porque a Terapia Floral não é assim. Sim, há uma enorme diferença entre duvidar de uma coisa e de outra, de uma informação ou de outra, e viver duvidando de tudo e de todos. Se mesmo assim isso persistir, se pergunte: por que estou duvidando tanto das coisas? E se coloque na posição receptiva de ter a resposta diretamente no seu cérebro ou através de uma mensagem externa. E floral tem a ver com espiritismo e ocultismo? Se é assim que você quer chamar, tem. Mas se você conseguir compreender a relação com os mistérios do inconsciente coletivo é parte integrante da história humana, melhor! Nós somos seres energéticos, quer você queira ou não. Se você está preso a conceitos e preconceitos religiosos é melhor recomeçar o seu tratamento com os florais antes de iniciar o trabalho como Terapeuta. Você ainda tem dúvidas? Até quando? Floral é hoje uma terapia utilizada no Planeta inteiro e tem quase cem anos a sua sistematização.

Então, como cada pessoa tem um processo diferente, você simplesmente pode começar a estudar o sistema e a clientela vai bater na porta querendo floral. Prepare outro caderno, esse só para os clientes. O maior segredo é ouvir o que a pessoa tem a dizer e enquanto ela vai falando e você anota palavras-chaves, se permita que as flores do sistema que você estudou venham até sua mente e digam: eu! Sim, elas saltam na sua mente. O cliente solta tudo, diz logo o que incomoda. Inúmeras vezes estava atendendo cliente com psicoterapia e vinham flores na minha mente, exatamente aquelas do sistema que eu estava utilizando e que se enquadravam na história do cliente. Se vier mais de uma flor, você faz uma escala de prioridades, sempre perguntando: o que esse cliente mais precisa de imediato? Anota as outras e vai sugerindo elas na medida em que as consultas vão se repetindo. Lembre-se que Terapeuta Floral não é psicólogo, embora haja muitos psicólogos trabalhando com a Terapia Floral.

Você pode até sonhar com alguém lhe dizendo que o cliente tal precisa dessa e daquela flor. Antigamente se fazia o famoso coquetel de flores, isto é, muitas flores em um só vidro, mas já sabemos que isso não é necessário. As vezes uma só flor é tudo o que o cliente precisa. Dependendo do caso, três flores juntas são o suficiente, especialmente se todas têm a mesma finalidade ou sincronia. Quando o cliente necessitar da Solução Estoque, por que não sugerir? O cliente de floral já é determinado, já sabe que precisa da cura mas não sabe por onde começar. Há pessoas que nunca procurarão fazer um tratamento com Terapia Floral, embora a gente só lamente por isso. Então, se pergunte o por quê você fez um curso de floral e deixe que o universo lhe responda. Faça um curso bem feito, e se aprofunde sozinho na leitura — não perca tempo fazendo cursos que nãao sejam presenciais. Como e quando começar a trabalhar como Terapeuta Floral? Você é quem tem que determinar isso porque aí o universo inteiro conspira a seu favor. Há investimentos financeiros a fazer com consultório, material, livros, registro em associação porque ninguém pode trabalhar sem um registro, mas se é isso que você sente no seu coração, vá em frente e seja muito feliz como eu sou. José Joacir dos Santos é Terapeuta Floral www.joacir.com

 

Dê atenção às flores da sua região

himalaiahimalayan Por José Joacir dos Santos

Não foi somente o Doutor Bach quem ficou atento para as flores ao redor de sua casa no campo. Milhares de pessoas no mundo inteiro, há centenas de anos, fazem a mesma coisa porque há um consenso entre os sábios antigos: a natureza coloca ao nosso redor tudo aquilo que necessitamos para a saúde física, mental, emocional e espiritual. O Terapeuta Floral deve ficar atento ao meio-ambiente da região em que vive e trabalha para ver os sinais da natureza ou a ausência desses sinais e nisso guiar a sua vida. As vezes é preciso de mudar de cidade, de estado, por causa da ausência de sinais. Nada mais rico e perfeito do que os sinais da flores. Por anos seguidos pude perceber a direção de onde seguir com a clientela apenas observando as flores. É incrível como as plantas morrem, florescem e dão flores de acordo com a energia do meio-ambiente, das pessoas, dos clientes e nossa, pessoal. Analisando as flores do Himalaia, publicadas no livro “Himalayan Florwers”, de Gurmeet Thukral,  dá para perceber que a maioria das flores daquela região onde fica o Tibete tem as cores rosa, dourada e azul-turqueza, exatamente as cores da Chama Trina, que os Mestres Reiki e Magnified Healing sabem do que se trata. Elas também tem uma característica que os fitoterapeutas e Terapeutas Florais precisam saber: são cabeludas, amargas e leitosas. Essas três características fisicas são também utilizadas pelos militares em combate nas florestas para não comer plantas com tais características. Não é que são inservíveis, muito pelo contrário. São profundamente medicinais e precisam ser manipuladas por quem conhece do assunto. Que tal as flores que nascem perto de sua casa? Já fotografou? Já verificou em que mês elas ocorrem e como? Um detalhe me chamou a atenção: há cactus iguais aos que ocorrem no Sertão da Paraíba/Pernambuco.

Tratar a causa e não a doença

floral(*) Por José Joacir dos Santos

Florais podem ser “medicados” como qualquer outro “remédio”? Não. Embora tenha sito um médico, o Dr. Bach, que sistematizou a Terapia Floral nos anos 30 do século passado, a Terapia Floral não é uma especialidade médica e o próprio Dr. Bach a sistematizou com essa finalidade. Precupado porque ele sabia que tratava as doenças e não as causas, largou a medicina oficial e utilizou seu conhecimentos para os estudos da Terapia Floral sem imaginar que essa atitude criaria um impacto mundial. Nós, terapeutas, apreciamos muito e louvamos a integração de inúmeros médicos brasileiros hoje em dia com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, entre as quais a Terapia Floral se encontra. Floral já está no SUS e o Brasil dá um baile de humanização da saúde pública. Inúmeros sistemas florais fracassaram no mundo, inclusive alguns no Brasil, porque quem os manipulava não compreendia a leveza dessa terapia, que precisa ter a sensibilidade espiritualizada de quem cria. Na Califórnia, Estados Unidos, existem inúmeros casos de fracasso absoluto porque a intenção dos criadores era puramente comercial, sem alma, sem a intenção da cura humana.

É preciso ter cuidado para não se fazer com a Terapia Floral o que se fez com a Psicologia e o que se tenta fazer com a Acupuntura. A Psicologia no Brasil, incentivada pelo Conselho da classe, tornou-se um boneco amarrado pelos pés. Passou a copiar procedimentos da medicina alopática e com isso distanciou-se da sua finalidade básica que é tratar o ser humano de forma holística, integral. Tratar o ser e não as doenças, com a compaixão de não imprimir rótulos. Uma breve leitura nos livros de Jung dá para perceber a preocupação constante dele em manter a piscologia e a psicanálise (embora as duas não fossem muito bem definidas em sua época) a serviço do ser humano integral, sem a castração da espiritualidade porque tudo no Planeta Terra está integrado e depende das forças da natureza.

Trabalhando como presidente da Asteflor, por anos, e ultimamente como secretário, recebo e respondo inúmeros e-mails de todo o país e de alguns países de língua portuguesa e espanhola sobre a Terapia Floral como um todo. Pelas queixas e perguntas, dá para saber que já existem inúmeros médicos trabalhando com a Terapia Floral e isso é louvável. A preocupação é que alguns confundem floral com medicamento no sentido alopático e acham que as pessoas podem ser “medicadas” com floral. O caso mais grave que registrei foi o de uma médica que colocou 20 essências diferentes em um vidro e deu para o paciente dela. Aparentemente ela leu a indicação de cada floral como se lê a bula de um remédio alopático e juntou as essências no vidro pensando sem se preocupar em OUVIR o que o cliente tinha a dizer de si mesmo. Terapia Floral não é juntar essências em vidros e tomar. Os antigos “buquês” estão ultrapassados. Floral não é garrafada!

Doutor Bach chamou seu Sistema de Floral de Bach de “remedies” (remédios). O Dicionário Aurélio diz que remédio é “aquilo que combate mal, dor ou doença. Aquilo que serve para curar ou aliviar a dor ou enfermidade”. Órgãos da classe médica parecem ter problemas com dicionário e acreditam que tudo que fala de cura, de dor, de remédio, de medicamento, de mal e de doença é “propriedade” da medicina alopática. Eles também têm dificuldade em compreender que medicina não é só a alopática. As vezes, ironicamente, chamo a medicina alopática de oficial porque tem mais médicos como chefe de escritórios públicos em Brasilia do que profissionais de administração e do que em hospitais. Medicina é um termo amplo, utilizado pela humanidade para definir sua capacidade de buscar o equilíbrio da saúde física, mental, emocional e espiritual e isso não é propriedade de ninguém. O próprio Dicionário Aurélio cita vários tipos de “medicina”, inclusive a “medicina indígena”.

Devido ao hábito de receitar medicamentos alopáticos de acordo com as direções dadas pelos laboratórios, médicos estão tentando fazer a mesma coisa com floral e isso é um erro grave. O uso do floral não é para os males físicos propriamente ditos, por exemplo, tumores, embora pessoas com tumores tenham alivio emocional com a Terapia Floral. É só verificar o trabalho feito pelo Sistema de Florais de Saint Germain com pessoas que se submetem a transplantes de órgãos em São Paulo para ver que não há incompatibilidade de florais nem com cirurgias. Trabalhar com a Terapia Floral é sair de toda lógica da divisão do corpo humano em partes ou peças. O médico precisa soltar os hábitos mecânicos de exame e olhar para o paciente como se olha para um bebê indefeso pedindo socorro.

É preciso imitar um pouco a bondade de Chico Xavier, a leveza de Madre Tereza, a suavidade do Dalai Lama sem ter que se desfazer do conhecimento fantástico que a profissão de médico proporciona. É sair da lógica matemática para a leveza do ser e entrar nas dificuldades emocionais sem invadir as especialidades dos profissionais da terapia, da psicanalise, da psicologia nem o paciente. Floral e medicamento alopático funcionam muito bem juntos e o exercício de conhecer essa parceria, que parecia impossível até há pouco tempo, é um desafio que vai tornar o médico mais humanizado. Deixar o peso do diploma para redescobrir as necessidades básicas do ser humano sem a necessidade da droga química é também um desafio que muitos já estão vencendo.

Já existem vitoriosos nesse caminho. Tecnicamente, floral é complemento alimentar, não é remédio e não há como facilitar essa transição nas traduções entre inglês e português sobre “remedies”. Médicos são muito bem-vindos como Terapeutas Florais, desde que se tenha a humildade de penetrar no mundo do conhecimento popular e respeitá-lo como tal. A Terapia Floral é muito simples mas não funciona sem que o terapeuta deixe fluir a intuição e tenha a grandeza de tentar se tornar leve como as flores para compreender e funcionar diante de um cliente que procura essa Terapia que caminha para os 100 anos.

Há de chegar o dia em que todos trabalhemos juntos, contribuindo com o conhecimento individual, holístico por natureza, que vem da raiz da humanidade, há milênios, sem a interferência da saia justa dos órgãos de classe de cada profissão nem o cheiro de máfia impregnado nas grandes corporações. A Terapia Floral é de todos e para todos sem tarjas nem exclusividade da chamada superioridade acadêmica. Em cerca de dez anos trabalhando com florais, já experimentei 13 sistemas diferentes, de várias partes do mundo e em cada um deles dá para se saber o nível de intenção de cura. José Joacir dos Santos é credenciado pela American Association of Integrative Medicine jjoacir@gmail.com

Nota: a fotografia é da casa do Dr. Bach,onde ele selecionou as flores, fora de Londres

Fortaleza promove a educação popular

O Comitê Nacional de Educação Popular e Saúde (CNEPS) em parceria com a Articulação Nacional de Educação e Práticas na Saúde (ANEPS) e o Programa Cirandas da Vida realizará em Fortaleza, de 02 a 04 de Junho de 2010 o I Encontro Regional de Educação Popular e Saúde, associado ao III Encontro Estadual da ANEPS. O evento objetiva contribuir com a descentralização da Política Nacional de Educação Popular em Saúde e fortalecer o debate pela implementação de uma Política Estadual e Municipal de Educação Popular e de Práticas Integrativas e Populares de Saúde.

A abertura e credenciamento vão acontecer no Hotel Mareiro (Av. Beira Mar, 2380), a partir das 17hs do dia 02/06/2010 e o desenvolvimento dos trabalhos acontecerá na Universidade Estadual do Ceará (Av. Paranjana, 1200, Campus do Itapéri). Já o III Encontro Estadual da ANEPS se realizará no dia 05/06/2010, no Clube da COFECO, dentro da programação do Festival da Juventude promovido pela Coordenadoria de Juventude de Fortaleza.

O movimento de Educação Popular em Saúde vem, historicamente, se afirmando como base de inclusão da perspectiva popular na dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo o compromisso com a qualidade de vida de todos os brasileiros e com a defesa do SUS como política de Estado.

 Neste sentido, tem organizado coletivos como a Rede de Educação Popular e Saúde (REDEPOP), o Grupo de Trabalho de Educação Popular e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), a Articulação Nacional de Educação Popular e Práticas na Saúde (ANEPS) e a Articulação Nacional de Extensão Popular em Saúde (ANEPOP), movimentos que promovem reflexões e constroem conhecimentos voltados para a defesa de um projeto popular de saúde, como direito da população.

Em 2009, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa constituiu o Comitê Nacional de Educação Popular em Saúde (CNEPS), no âmbito do Ministério da Saúde. Esta formulação fomenta o diálogo entre os coletivos e educadores, profissionais de saúde, trabalhadores, gestores e estudantes, no contexto do SUS e da gestão participativa de fato.

Na região Nordeste, os movimentos e práticas de educação popular em saúde são referências de articulação com a gestão, com os serviços, com as instituições acadêmicas e a população. Foi esta articulação que propôs à Gestão de Saúde de Fortaleza, em 2005, a criação do Programa Cirandas da Vida, ação de educação popular em saúde, que se pauta por uma pedagogia vivencial, fundamentada no educador Paulo Freire, promove as práticas integrativas e populares e considera as linguagens da arte como potência de promoção do cuidado humanizado em saúde.

As parcerias institucionais, no âmbito do Executivo, do Legislativo e das instituições acadêmicas estão sendo sensibilizadas e mobilizadas pelos movimentos e práticas para se comprometerem com esta pauta, para além do evento, na perspectiva da construção formal desta política, razão pela qual, importantes atores e gestores do Ministério da Saúde, das Secretarias de Saúde do Estado do Ceará e do Município de Fortaleza, através do Sistema Municipal de Saúde Escola e das Cirandas da Vida, das Universidades Estadual e Federal do Ceará, das Câmaras Federal, Municipal e da Assembléia Legislativa do Ceará estão sendo chamados ao debate.

 

Contato: Elias J. Silva – (85) 9191 7475

               Vera Dantas (85) 8508 9333

Terapeutas precisam conhecer a sua classe trabalhista

A Asteflor recebe inúmeros e-mails por dia, muitos deles querendo saber o que legalmente significa CLASSE. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, divulgou edital anunciando o reconhecimento da profissão de Terapia Floral e no mesmo edital diz que para trabalhar no Estado o Terapeuta Floral precisa estar filiado a uma entidade de sua classe. O Dicionário Aurélio define classe como sendo “Numa série ou num conjunto, grupo ou divisão que apresenta características semelhantes; categoria. 2. Categoria de cidadãos baseada nas distinções de ordem social ou jurídica. 3. Grupo de pessoas que se diferenciam das outras por suas ocupações, costumes, etc.”. Portanto, a CLASSE de TERAPEUTAS FLORAIS não se confunde com outras classes como Terapeuta Reiki, Médicos, Acupunturistas, Fitoterapeutas, etc. Já houve um tempo em que diversas classes se filiavam a sindicatos generalizados mas o tempo mudou. Junte-se, então, à sua classe. Isso não impede que o Terapeuta Floral seja também Terapeuta Reiki, Médico, Acupunturista ou Fitoterapeuta e assim sendo precisa, também, se filiar aos outros órgãos das respectivas classes. Não aconselhamos que você premaneça em sindicatos generalizados. Além de serem caros, não representam, na verdade, a sua classe e o país está evoluindo para isso, isto é, para que cada profissão tenha sua representação legal, como a Terapia Floral, a Terapia Reiki e a Acupuntura já têm. Lembramos que a Terapia Floral não é uma atividade médica, embora médicos trabalhem, também, com Terapia Floral. Nenhum conselho ou sindicato ou associação tem poder sobre outras classes e categorias profissionais. Não existe monopólio legal nisso no Brasil. Verifique se você está perdendo dinheiro em um órgão que não representa a sua classe. Está na hora de você, Terapeuta Floral, fazer o dever de casa!

Venha para a ASTEFLOR!! Junte0se a sua verdadeira classe trabalhista.