Tratar a causa e não a doença

floral(*) Por José Joacir dos Santos

Florais podem ser “medicados” como qualquer outro “remédio”? Não. Embora tenha sito um médico, o Dr. Bach, que sistematizou a Terapia Floral nos anos 30 do século passado, a Terapia Floral não é uma especialidade médica e o próprio Dr. Bach a sistematizou com essa finalidade. Precupado porque ele sabia que tratava as doenças e não as causas, largou a medicina oficial e utilizou seu conhecimentos para os estudos da Terapia Floral sem imaginar que essa atitude criaria um impacto mundial. Nós, terapeutas, apreciamos muito e louvamos a integração de inúmeros médicos brasileiros hoje em dia com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, entre as quais a Terapia Floral se encontra. Floral já está no SUS e o Brasil dá um baile de humanização da saúde pública. Inúmeros sistemas florais fracassaram no mundo, inclusive alguns no Brasil, porque quem os manipulava não compreendia a leveza dessa terapia, que precisa ter a sensibilidade espiritualizada de quem cria. Na Califórnia, Estados Unidos, existem inúmeros casos de fracasso absoluto porque a intenção dos criadores era puramente comercial, sem alma, sem a intenção da cura humana.

É preciso ter cuidado para não se fazer com a Terapia Floral o que se fez com a Psicologia e o que se tenta fazer com a Acupuntura. A Psicologia no Brasil, incentivada pelo Conselho da classe, tornou-se um boneco amarrado pelos pés. Passou a copiar procedimentos da medicina alopática e com isso distanciou-se da sua finalidade básica que é tratar o ser humano de forma holística, integral. Tratar o ser e não as doenças, com a compaixão de não imprimir rótulos. Uma breve leitura nos livros de Jung dá para perceber a preocupação constante dele em manter a piscologia e a psicanálise (embora as duas não fossem muito bem definidas em sua época) a serviço do ser humano integral, sem a castração da espiritualidade porque tudo no Planeta Terra está integrado e depende das forças da natureza.

Trabalhando como presidente da Asteflor, por anos, e ultimamente como secretário, recebo e respondo inúmeros e-mails de todo o país e de alguns países de língua portuguesa e espanhola sobre a Terapia Floral como um todo. Pelas queixas e perguntas, dá para saber que já existem inúmeros médicos trabalhando com a Terapia Floral e isso é louvável. A preocupação é que alguns confundem floral com medicamento no sentido alopático e acham que as pessoas podem ser “medicadas” com floral. O caso mais grave que registrei foi o de uma médica que colocou 20 essências diferentes em um vidro e deu para o paciente dela. Aparentemente ela leu a indicação de cada floral como se lê a bula de um remédio alopático e juntou as essências no vidro pensando sem se preocupar em OUVIR o que o cliente tinha a dizer de si mesmo. Terapia Floral não é juntar essências em vidros e tomar. Os antigos “buquês” estão ultrapassados. Floral não é garrafada!

Doutor Bach chamou seu Sistema de Floral de Bach de “remedies” (remédios). O Dicionário Aurélio diz que remédio é “aquilo que combate mal, dor ou doença. Aquilo que serve para curar ou aliviar a dor ou enfermidade”. Órgãos da classe médica parecem ter problemas com dicionário e acreditam que tudo que fala de cura, de dor, de remédio, de medicamento, de mal e de doença é “propriedade” da medicina alopática. Eles também têm dificuldade em compreender que medicina não é só a alopática. As vezes, ironicamente, chamo a medicina alopática de oficial porque tem mais médicos como chefe de escritórios públicos em Brasilia do que profissionais de administração e do que em hospitais. Medicina é um termo amplo, utilizado pela humanidade para definir sua capacidade de buscar o equilíbrio da saúde física, mental, emocional e espiritual e isso não é propriedade de ninguém. O próprio Dicionário Aurélio cita vários tipos de “medicina”, inclusive a “medicina indígena”.

Devido ao hábito de receitar medicamentos alopáticos de acordo com as direções dadas pelos laboratórios, médicos estão tentando fazer a mesma coisa com floral e isso é um erro grave. O uso do floral não é para os males físicos propriamente ditos, por exemplo, tumores, embora pessoas com tumores tenham alivio emocional com a Terapia Floral. É só verificar o trabalho feito pelo Sistema de Florais de Saint Germain com pessoas que se submetem a transplantes de órgãos em São Paulo para ver que não há incompatibilidade de florais nem com cirurgias. Trabalhar com a Terapia Floral é sair de toda lógica da divisão do corpo humano em partes ou peças. O médico precisa soltar os hábitos mecânicos de exame e olhar para o paciente como se olha para um bebê indefeso pedindo socorro.

É preciso imitar um pouco a bondade de Chico Xavier, a leveza de Madre Tereza, a suavidade do Dalai Lama sem ter que se desfazer do conhecimento fantástico que a profissão de médico proporciona. É sair da lógica matemática para a leveza do ser e entrar nas dificuldades emocionais sem invadir as especialidades dos profissionais da terapia, da psicanalise, da psicologia nem o paciente. Floral e medicamento alopático funcionam muito bem juntos e o exercício de conhecer essa parceria, que parecia impossível até há pouco tempo, é um desafio que vai tornar o médico mais humanizado. Deixar o peso do diploma para redescobrir as necessidades básicas do ser humano sem a necessidade da droga química é também um desafio que muitos já estão vencendo.

Já existem vitoriosos nesse caminho. Tecnicamente, floral é complemento alimentar, não é remédio e não há como facilitar essa transição nas traduções entre inglês e português sobre “remedies”. Médicos são muito bem-vindos como Terapeutas Florais, desde que se tenha a humildade de penetrar no mundo do conhecimento popular e respeitá-lo como tal. A Terapia Floral é muito simples mas não funciona sem que o terapeuta deixe fluir a intuição e tenha a grandeza de tentar se tornar leve como as flores para compreender e funcionar diante de um cliente que procura essa Terapia que caminha para os 100 anos.

Há de chegar o dia em que todos trabalhemos juntos, contribuindo com o conhecimento individual, holístico por natureza, que vem da raiz da humanidade, há milênios, sem a interferência da saia justa dos órgãos de classe de cada profissão nem o cheiro de máfia impregnado nas grandes corporações. A Terapia Floral é de todos e para todos sem tarjas nem exclusividade da chamada superioridade acadêmica. Em cerca de dez anos trabalhando com florais, já experimentei 13 sistemas diferentes, de várias partes do mundo e em cada um deles dá para se saber o nível de intenção de cura. José Joacir dos Santos é credenciado pela American Association of Integrative Medicine jjoacir@gmail.com

Nota: a fotografia é da casa do Dr. Bach,onde ele selecionou as flores, fora de Londres

Terapeutas precisam votar certo

ELEIÇÕES

Por José Joacir dos Santos

A vida de terapeuta é muito interessante, especialmente quando a pessoa gosta do que faz. Ser terapeuta no Brasil e em muitos países latinos requer vontade e persistência, além de bom investimento financeiro. Cursos são caros e ainda estão nas mãos de profissionais liberais por falta de engajamento e até desconhecimento das conquistas obtidas junto aos órgãos federais. Falta o investimento das universidades em todas as terapias naturais. Por sua vez, os ministérios federais ainda estão despreparados para lidar com as terapias de conhecimento público e o único que toma a frente das decisões políticas é o Ministério do Planejamento. Os terapeutas ainda são desorganizados, não insistem, não escolhem seus representantes no Congresso Nacional e a grande maioria se vincula mais ao misticismo do que ao conhecimento popular de que a nação é rica. Ainda por cima, não se filiam às associações de classe, mas, sim, a sindicatos que os explora financeiramente.

Outra grande falha é do governo federal, que entrega cargos de confiança à divisão do bolo político-partidário. Por causa disso, as chefias estão, quase sempre,  nas mãos de pessoas que não tem o menor conhecimento sobre terapias populares, hoje chamadas de Práticas Integraticas e Complementares em Saúde Humana, e não fazem a menor questão de investigar e conhecê-las. Quase todos os ministérios em Brasilia funcionam sem uma estrutura permanente, onde funcionários concursados são colocados em segundo ou terceiro lugares nas decisões, nas lideranças políticas de saúde, isto é, não são os funcionários de carreira, com anos de experiência, que assumem pastas importantes: são os apadrinhados políticos que nada entendem de políticas públicas de saúde.

A coisa fica feia quando muda de presidente da República. Quem conhece um terapeuta holístico esperiente escolhido pelo governo federal para um cargo no Ministério da Saúde, por exemplo? Por que médicos alopatas são os escolhidos? Em Brasilia, capital da República, funcionários públicos federais sabem muito bem que médicos, militares e diplomatas não são bons administradores, com rarissimas exceções porque as ambições de carreira atrapalha o compromisso com a missão pública. No Nordeste, ainda se vota em médico por uma consulta ou outra gratuita, e isso é uma vergonha.  Moradores de Brasília sabem o que acontece com deputados e senadores que vão para aquela linda cidade morar e ficar ricos – são os piores vizinhos, as esposas e filhos ainda dão “carteiradas” até nos porteiros de prédio, depredam os apartamentos funcionais e falam mal de Brasilia o tempo inteiro (… porque não tem praia, não tem esquinas, não tem escolas-de-samba, isto ou aquilo).

Para que haja uma mudança estrutural nesse quadro da política de saúde pública brasileira é preciso que os terapeutas RE-aprendam a votar. Conquistas como a implantação das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública no SUS precisam voltar a acontecer, florecer, brotar e crescer. Para isso, é precisa que terapeutas e demais profissionais da sáude pública tomem atitudes diferentes nas próximas eleições, em todos os  níveis, porque se a situação a nível federal é crítica, imagine nos nos estados e municípios.  A nossa postura agora é escolher bem que vai nos representar, seja na prefeitura ou na Presidência da República, não esquecendo que a chave principal da legislação é o Senado Federal e Câmera dos Deputados. Até hoje há estados, como o Rio Grande do Sul, Pará, Santa Catarina, Paraná, que não implementaram as diretrizes para a implantação das Práticas Integrativas e Complementares conforme a orientação do Governo Federal.

Sem leis, as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública, todas amparadas por Portarias, podem a qualquer momento serem “revogadas” e com isso anos de batalhas nos bastidores serem perdidos. Basta um grevista de direita ou de esquerda se tornar, por cochavos políticos, chefe de uma pasta importante no Ministério da Saúde, do Trabalho ou do Planejamento, como ocorreu no primeiro governo do Presidente Lula. Necessitamos urgentemente de leis que regulem as práticas terapeuticas no país para evitar a pressão contrária a elas feita pelas grandes redes de televisão e pelos  órgãos de classe da medicina alopática, muitos deles comprometidos com os grandes conglomerados da “indústria da saúde”, ou seja, da doença pública, do vício de medicamentos e drogas químicas.

Aquela atitude anárquica de votar em cantores populares, “Enéias” e Macaco Tião, é idota. O país precisa de pessoas sérias e comprometidas com as causas populares e a principal delas é a saúde pelas formas naturais, baseadas no conhecimento popular e holístico, os quais dominamos bem, embora sejamos desorganizados, lentos e muitos terapeutas vivam com os pés acima do chão. Alguém conhece algum projeto importante implementado pelo Deputado Agnaldo Timóteo? E o Senhor Juruna, o índio? Alguém conhece algum deputado que seja Terapeuta Holístico? E aqueles deputados e senadores filhos e netos de deputados e senadores, cuja especialidade técnica é ser filho ou neto de deputado ou senador? Não pertenço a partido político algum, nem escolhi candidatos, e não quero para o meu pais um presidente mulher só porque é mulher, nem “verde” só porque se diz verde e fuma maconha, nem um travesti só porque há homofobia pelo país afora. Que tal um presidente que não sorrir, como Médicis? Pessoas que não sorriem em público têm limitações emocionais e são péssimos chefes. Quem não lembra de Itamar Franco? O General João Fiqueiredo só tirava fotos oficiais sorrindo, mas era tão rude quanto os cavalos que adorava. E na Paraíba que atiram em políticos?

Precisamos deixar de cometer erros do passado e deixar a emoção para os jogos de futebol. Agora é a vez da razão. Votar representa mudar para melhor. E essa mudança começa com a escolha de vereadores. Por exemplo, há cidades na Paraíba em que vereadores só são conhecidos pelos funcionários que fazem a folha de pagamento das prefeituras.  Quem elegeu eles? Como alguém pode reclamar do atendimento nos hospitais se escolhem vereadores ausentes? Me preocupa muito presidentes “sucessores” que têm dificuldade de caminhar pelas próprias pernas como muitos que já tivemos, nos últimos anos, ou aqueles que usam bandeiras ecológicas mas estão presos a religiões…

Então, fica aqui meu apelo a todos os profissionais da saúde pública, todos os terapeutas, todos os profissionais de saúde e médicos do bem para que votem em pessoas comprometidas com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Pública, independente do sexo, da religião, dos partidos ou de quem quer impor sucessores. Sejamos independentes e sábios, assim como tentemos dar consciência disso às pessoas indecisas e fracas ao nosso redor, especialmente aquelas que trocam seus votos por favores banais e passageiros, porque isso é trocar a alma e o bem-estar das futuras gerações. A continuidade é um veneno fácil e embreagador, especialmente se o elemento continuador não se mantém em pé com as próprias e firmes pernas.  Floral neles!

Fortaleza promove a educação popular

O Comitê Nacional de Educação Popular e Saúde (CNEPS) em parceria com a Articulação Nacional de Educação e Práticas na Saúde (ANEPS) e o Programa Cirandas da Vida realizará em Fortaleza, de 02 a 04 de Junho de 2010 o I Encontro Regional de Educação Popular e Saúde, associado ao III Encontro Estadual da ANEPS. O evento objetiva contribuir com a descentralização da Política Nacional de Educação Popular em Saúde e fortalecer o debate pela implementação de uma Política Estadual e Municipal de Educação Popular e de Práticas Integrativas e Populares de Saúde.

A abertura e credenciamento vão acontecer no Hotel Mareiro (Av. Beira Mar, 2380), a partir das 17hs do dia 02/06/2010 e o desenvolvimento dos trabalhos acontecerá na Universidade Estadual do Ceará (Av. Paranjana, 1200, Campus do Itapéri). Já o III Encontro Estadual da ANEPS se realizará no dia 05/06/2010, no Clube da COFECO, dentro da programação do Festival da Juventude promovido pela Coordenadoria de Juventude de Fortaleza.

O movimento de Educação Popular em Saúde vem, historicamente, se afirmando como base de inclusão da perspectiva popular na dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo o compromisso com a qualidade de vida de todos os brasileiros e com a defesa do SUS como política de Estado.

 Neste sentido, tem organizado coletivos como a Rede de Educação Popular e Saúde (REDEPOP), o Grupo de Trabalho de Educação Popular e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), a Articulação Nacional de Educação Popular e Práticas na Saúde (ANEPS) e a Articulação Nacional de Extensão Popular em Saúde (ANEPOP), movimentos que promovem reflexões e constroem conhecimentos voltados para a defesa de um projeto popular de saúde, como direito da população.

Em 2009, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa constituiu o Comitê Nacional de Educação Popular em Saúde (CNEPS), no âmbito do Ministério da Saúde. Esta formulação fomenta o diálogo entre os coletivos e educadores, profissionais de saúde, trabalhadores, gestores e estudantes, no contexto do SUS e da gestão participativa de fato.

Na região Nordeste, os movimentos e práticas de educação popular em saúde são referências de articulação com a gestão, com os serviços, com as instituições acadêmicas e a população. Foi esta articulação que propôs à Gestão de Saúde de Fortaleza, em 2005, a criação do Programa Cirandas da Vida, ação de educação popular em saúde, que se pauta por uma pedagogia vivencial, fundamentada no educador Paulo Freire, promove as práticas integrativas e populares e considera as linguagens da arte como potência de promoção do cuidado humanizado em saúde.

As parcerias institucionais, no âmbito do Executivo, do Legislativo e das instituições acadêmicas estão sendo sensibilizadas e mobilizadas pelos movimentos e práticas para se comprometerem com esta pauta, para além do evento, na perspectiva da construção formal desta política, razão pela qual, importantes atores e gestores do Ministério da Saúde, das Secretarias de Saúde do Estado do Ceará e do Município de Fortaleza, através do Sistema Municipal de Saúde Escola e das Cirandas da Vida, das Universidades Estadual e Federal do Ceará, das Câmaras Federal, Municipal e da Assembléia Legislativa do Ceará estão sendo chamados ao debate.

 

Contato: Elias J. Silva – (85) 9191 7475

               Vera Dantas (85) 8508 9333

Terapeutas não sabem o que é classe!

A Asteflor recebe inúmeros e-mails por dia, muitos deles querendo saber o que legalmente significa CLASSE. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, divulgou edital anunciando o reconhecimento da profissão de Terapia Floral e no mesmo edital diz que para trabalhar no Estado o Terapeuta Floral precisa estar filiado a uma entidade de sua classe. O Dicionário Aurélio define classe como sendo “Numa série ou num conjunto, grupo ou divisão que apresenta características semelhantes; categoria. 2. Categoria de cidadãos baseada nas distinções de ordem social ou jurídica. 3. Grupo de pessoas que se diferenciam das outras por suas ocupações, costumes, etc.”. Portanto, a CLASSE de TERAPEUTAS FLORAIS não se confunde com outras classes como Terapeuta Reiki, Médicos, Acupunturistas, Fitoterapeutas, etc. Já houve um tempo em que diversas classes se filiavam a sindicatos generalizados mas o tempo mudou. Junte-se, então, à sua classe. Isso não impede que o Terapeuta Floral seja também Terapeuta Reiki, Médico, Acupunturista ou Fitoterapeuta e assim sendo precisa, também, se filiar aos outros órgãos das respectivas classes. Não aconselhamos que você premaneça em sindicatos generalizados. Além de serem caros, não representam, na verdade, a sua classe e o país está evoluindo para isso, isto é, para que cada profissão tenha sua representação legal, como a Terapia Floral, a Terapia Reiki e a Acupuntura já têm. Lembramos que a Terapia Floral não é uma atividade médica, embora médicos trabalhem, também, com Terapia Floral. Nenhum conselho ou sindicato ou associação tem poder sobre outras classes e categorias profissionais. Não existe monopólio legal nisso no Brasil. Verifique se você está perdendo dinheiro em um órgão que não representa a sua classe. Está na hora de você, Terapeuta Floral, fazer o dever de casa!

Venha para a ASTEFLOR!!

Hospital usa floral no tratamento de câncer

Hospital de Pernambuco usa a Terapia Floral no tratamento de pacientes com câncer. Clique no link abaixo para ver o video, em uma reportagem da Globo. Este é o segundo hospital brasileiro a utilizar florais oficialmente:

http://pe360graus.globo.com/videos/cidades/saude/2010/02/02/VID,14884,4,62,VIDEOS,879-TRATAMENTO-GRATUITO-FLORAIS-AJUDA-PACIENTES-CANCER.aspx

Ayurveda é um curso superior na Índia

Aqueles que vêm à Índia na promessa de fazer um curso de Ayurveda a curto prazo estão sendo enganados. Para se formar em Ayurveda e ter o título de médico é preciso fazer um curso superior de quatro anos. Há universidades pelo país que oferecem tal especialização assim como há os cursos para “turistas” de quinze dias, onde nada se aprende. Esses cursos são apenas fábricas de dinheiro fácil em cima de estrangeiros mal informados. A medicina Ayurveda é uma prática muito séria na Índia e tem toda atenção e interesse do governo porque a medicina natural e holistica desempenha um papel importante na sociedade deste país, onde a homeopatia, também altamente desenvolvida, tem décadas de atuação legal e a pesquisa cientifica tem o apoio do governo federal da Índia. Ayurveda e Homeopatia fazem parte da vida diária do cidadão indiano, onde os custos hospitalares são bem menores com relação ao Brasil. Nova Delhi, 03/03/2010

Índios nos EUA usam floral brasileiro

xamaHá uma terapeuta floral muito dedicada e de maior sucesso na sua comunidade. Ela acumula dois detalhes bem exóticos: o sistema de florais que utiliza é o brasileiro Floral de Saint Germain. O outro detalhe interessante é que ela é índia de uma das tribos indígenas sobreviventes do estado da California, EUA, e trabalha dentro da sua própria comunidade, constituida de indigenas. É cliente assídua dos florais através do representante dos Florais de Saint Germain nos EUA. Por que será que indios norte-americanos se dão tão bem com florais fabricados no Brasil? No próprio estado da California há inúmeros sistemas de florais, mas aquela terapeuta se identifica, como o seu povo, com um floral feito no que sobra da Mata Atlântica brasileira.  Pode acrescentar aqui as suas perguntas e respostas! (a foto é só ilustrativa).

Gato é tratado com florais e Reiki

blu-russian1Lindo é o meu gato da raça Blue Russian. Ele é cinza, quase azul, dos olhos verdes e fala sem parar. Dorme a noite inteira sem dar um piu mas acorda as seis da manhã e não me deixa em paz um minuto. Sobe na cama, vai direto para o meu ouvido e fala sem parar até que eu levante. Odeio esse momento, mas ao mesmo tempo tenho mais tempo para me preparar para sair de casa e ir trabalhar. A vida com ele fica complicada porque eu não achei uma escola que ensine a língua que ele fala sem parar. Mais esperto que eu, entende tudo que falo em inglês ou português. Eu, simples humano, tento entender o que ele fala e já até compreendo algumas coisas pela tonalidade da voz, que ele sabe muito bem manejar. Como ele sabe que sou humano, tem compaixão e mostra o que deseja, por exemplo, fala comigo e corre para a latinha de comida para mostrar que está vazia, ou reclama da latinha com fezes e sabe se eu vou entrar pela porta da frente ou pela garagem.

Ele não desgruda de mim, vinte e quatro horas se o dia fosse. Por isso, acordei as seis da manhã para ir ao banheiro, ele estava aos meus pés e não vi. O estrago do meu peso foi feio e ele ficou mancando de uma pata dianteira. Fui logo ao médico mas os raios-x não detectaram nenhum osso quebrado, só o machucão. A veterinária tentou me convencer de dar antibióticos mas ela não foi forte o suficiente e eu passei a tratar o Lindo com o floral Arnica Silvestre, do floral de Saint Germain, dez gotas por dia da Solução Estoque, juntamente com o floral Emergencial do mesmo sistema, mais Reiki. Ele ronca com Reiki…

Depois de quase dez dias, Lindo corre pela casa sem mancar. Conhece todos os buracos, todos os esconderijos e me tapeia o tempo inteiro. A solução foi colocar um pequeno sino no pescoço dele para descobrir onde ele se esconde, porque ele já entrou debaixo da máquina de lavar, dando prova da sua santa inocência, e passou o dia preso proque eu não vi e fui trabalhar. Ele só tem sete meses de idade.

A dupla Reiki/Florais é um tempero maravilhoso e faz milagres. Para tomar o floral é simples: Copiei a mãe-gato. Puxo ele pelo pescoço como a mãe faz para transportar os filhotes de um esconderijo para outro – ele se sente confortável e não dói. Ele se entrega totalmente. Lentamente despejo as gotas e ele engole todas sem o menor esforço. Quando solto, ele corre e se esconde, certamente me xingando de tudo o que um gato é capaz, mas ele já enfoliu o floral e não tem saída — ah, essa é minha vingança! Agora, corre pela casa, com sua graça maravilhosa, sem mancar e mais vivo do que nunca. jjoacir@gmail.com

 

Município de Pelotas (RS) legaliza florais

A Câmara Municipal de Pelotas (RS) legalizou a Terapia Floral e várias outras terapias para o uso da Rede Pública de Saúde em 22 de agosto de 2008, pelo Lei N0. 5497/2008. O único erro na nova lei municipal de Pelotas é dar exclusividade a algumas instituições existentes no estado, o que é inconstitucional. Tomara que eles percebam e corrijam, porque não pode haver exclusividade. O terapeuta tem o direito de se filiar na instituição que desejar, desde que seja uma instituição de sua própria classe profissional. Veja a íntegra da Lei no link abaixo:

http://www.mestres.org/historia

Criador do CRT é preso

Segundo notícias divulgadas na internete, o “Presidente do Sindicato dos Terapeutas e Holísticos (SINTE), Henrique Vieira Filho, é sentenciado e condenado a dois anos, oito meses e vinte dias de prisão e pagamento de 12 dias-multa no valor unitário um salário mínimo vigente na época dos fatos, como como pena de prestação precuniária de R$ 20.000.00 por irrgularidades cometidas na criação e administração do chamados CRT, CFT e CFTH, já extintos pela justiça desde 13/08/1997″.