16 jan
Quem somos
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DIVIRTA-SE!!!
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A Associação dos Terapeutas Florais (ASTEFLOR) é uma entidade sem fins lucrativos, legalmente constituída, com sede em Brasília, Distrito Federal, e tem o objetivo de congregar todos os profissionais da Terapia Floral, juntamente com clientes e produtores, de todos os sistemas florais operantes no país.
A Terapia Floral é definida pelo Governo Federal como Atividades de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, Serviços de Floral, e a profissão recebeu o código 8690-9/01 da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), formada por 17 Ministérios Federais.
O primeiro estado brasileiro a introduzir a Terapia Floral no Sistema Público de Saúde foi o Rio de Janeiro (veja decreto neste site). A ASTEFLOR gerou jurisprudência ao registrar, sem nehum impedimento, o primeiro Terapeuta Floral na Receita Federal e ser concedido Alvará de Licença e Funcionamento de consultório em 2003, assim como o INSS registrou pela primeira vez, no Distrito Federal, um filiado com a categoria profissional de Terapeuta Floral porque a Constituição Brasileira garante (e continua garantindo) que é LIVRE o exercício de qualquer profissão (Artigo Quinto da Constituição Federal), assim como quem se autoregulariza são os profissionais que exercem a mesma profissão.
Nenhum categoria profissional pode interferir no exercício público de qualquer outra profissão — inclusive conselhos.
Mandado de Segurança - Qualquer tentativa de impedir o livre exercício da profissão de Terapeuta Floral deve ser encarado pelo terapeuta da seguinte forma: entrar com Mandado de Segurança no município onde reside, contra quem estiver impedindo o direito de exercer a profissão e requerer Alvará de Licença e Funcionamento do espaço de trabalho.
Fundada em 2003, por um grupo de voluntários, cuja missão principal na época era fazer o Governo Brasileiro tomar conhecimento da existência desta categoria profissional que gera inúmeros empregos no país inteiro, paga impostos e faz um excelente trabalho de resgate de uma medicina popular recomendada pela Organização Mundial da Saúde desde 1983.
O Registro do Terapeuta Floral na ASTEFLOR aparece assim:
TF-000-00/DF (TF significa Terapeuta Floral, em seguida vem cinco números, barra e a unidade da federação onde o terapeuta fez sua carteira de idenditade civil ou reside). O Terapeuta Floral recebe o TF com a filiação. Qualquer dúvida, escreva para: asteflordf@gmail.com
A ASTEFLOR patrocina eventos, seminários, cursos com estágio supervisionado, treinamento, reciclagem de Terapeutas Florais, publicações etc.
Certificados - A ASTEFLOR fornece certificados para os cursos dos professores credenciados. O lucro da venda é revertido para as despesas de manutenção. Nenhum membro da diretoria, incluindo a Presidente, recebe qualquer remuneração pelo trabalho prestado, desde sua fundação.
Quem pode se filiar? Aceitamos Terapeutas Florais de todos os sistemas existentes no Brasil e fora dele, assim como produtores de florais.
Endereço para correspondência:- Dra. Regina Teixeira
- Alameda dos Eucaliptos, Quadra 107, Lote 03, Apto. 202, Águas Claras, DF, CEP 71919-700. Não mande carta registrada.
Endereço para envio da documentação escaneada: asteflordf@gmail.com
CONTATO: asteflordf@gmail.com
PRESIDENTE: Dra. Regina Teixeira
MEMBROS DA DIRETORIA ATUAL: Vice-Presidente Flavianna de Cássia Salomão e Araújo (DF); Os demais membros: José Joacir dos Santos (DF), Dejani Nara Dias Sicca (DF), Tânia Maria Miranda Carneiro Cardoso (DF), Maria das Graças Mendes (DF), Nelson Matheus Silva (PE), Ivone Duarte Alves (DF), Rosenilson Favacho Garcia (DF), Auriluci de Oliveira Costa (DF). Os suplentes são Maria Gercina dos Santos (PB), Glória Maria Vidal Pereira Santos (DF) e Aldo Alberto Alves (DF).
HISTÓRIA DA ASTEFLOR - Na foto abaixo você ver membros da primeira diretoria: Martha, Fernanda Suhet, Joacir, Flavianna, Rosana e Ana Lúcia, celebrando o registro em cartório, em 2003, depois de muita luta. O cartório não queria registrar porque não sabia o que era Terapia Floral. As informações sobre a criação de entidades associativas eram contraditórias, falhas e era nítido o desinteresse pelo assunto por parte de autoridades do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Saúde, basicamente por ignorar a medicina popular.
Fim da Fenaflor - Havia uma pressão enorme para que os terapeutas florais não se organizassem e não fortalecessam a profissão, inclusive por parte de sindicatos sediados em São Paulo e de uma antiga entidade de florais que existia no Rio de Janeiro. Na mesma época, foi formada a Federação dos Terapeutas Florais (FENAFLOR), que não prosperou por culpa dos próprios Terapeutas Florais, alguns deles ansiosos pelo poder, sem compreender que a divisão enfraqueceria o momento pro-terapia floral. As pressões contrárias à organização das novas profissões e das novas associações, especialmente as holísticas, eram tão grandes na época que o próprio Ministério do Trabalho e Emprego arquivou vários processos de legalização de entidades dos Terapeutas Florais para favorecer a grandes monopólios da saúde no país, com a ajuda de alguns terapeutas, e até de sindicatos generalizados que se achavam “donos” das terapias no país… A FENAFLOR foi extinta… e um grande desserviço foi prestado à Terapia Floral.
Havia forte preconceito contra homens na Terapia Floral inclusive entre terapeutas florais femininos, apesar da terapia floral ter sido sistematizada por um homem, o Dr. Bach. A Asteflor teve que contar com o apoio de advogados voluntários para que a lei fosse cumprida, especialmente o Parágrafo ‘V” da Constituição. Membros da diretoria da Fenaflor e da Asteflor percorriam os corredores do Ministério do Trabalho e Emprego em Brasilia, marcavam audiências e eram recebidos por chefes que não sabiam o que estávamos falando. Até hoje existem entidades da Terapia Floral funcionando apenas com o protocolo do Ministério do Trabalho porque esse ministério nunca se dignou a finalizar o processo de registro daquelas entidades sindicais.
Alguns confundiam floral com medicamento e entidades de terapeutas com entidades corporativas de saúde. Promessas eram feitas e nunca cumpridas. Muitos eram recém-empossados pelo Partido dos Trabalhadores na recente divisão de cargos, comum em Brasilia, após uma posse presidencial. De lá para cá houve mudanças na consciência das autoridades na Esplanada dos Ministérios e hoje a Terapia Floral é legalizada, graças a iniciativa do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão que coordenou esse feito, já no Governo Lula.
Complemento Alimentar - A essência floral, em si, é registrada no Brasil como complemento alimentar pelo Ministério da Agricultura. Há, ainda, muito o que ser feito para firmar as novas profissões holísticas no país, mas o mais importante é que cada vez mais a Terapia Floral cresce não só no Brasil mas em todas as partes do mundo, e hoje é uma profissão que gera empregos, impostos e prosperidade na saúde pública. O Brasil é um dos países mais ricos em plantas medicinais, mas ainda não acordou para o seu próprio potencial curador.
Em 2003, já existia em Brasilia, a Capital da República, inúmeros Terapeutas Florais e até criadores de florais ativos há mais de 20 anos! Nessa época, já fazia 20 anos que uma das fundadoras da ASTEFLOR, a Psicanalista Feranda Suhet, exercia a profissão e dava cursos de Terapia Floral e Psicanalise.
HISTÓRIA DOS FLORAIS
Por José Joacir dos Santos
O Dr. Edward Bach estudou medicina na University College Hospital, Londres, Inglaterra e se especializou em cirurgias. Manteve, por anos, um consultório de Clínica Geral na famosa Rua Harley, em Londres. Era também bacteriologista e patologista e trabalhou com vacinas e homeopatia. Embora fosse bem-sucedido como médico, não se conformava com o fato de que a Medicina Oficial direciona toda sua atenção para a doença e não para a causa delas, ignorando o sofrimento humano. O trabalho com homeopatia lhe trouxe inspiração e ele começou a pensar em uma forma de remédio que fosse “pura” e que não funcionasse como um “fortalecimento de bactérias”. Em 1930 ele abandonou, para os espanto de seus colegas, sua rentosa clínica em Londres, e decidiu trabalhar em um novo sistema de medicina que ele tivesse a certeza de trabalhar com a natureza e que fosse em beneficio do ser humano. Assim como ele abandonou sua clinica e seu trabalho como médico, ele também abandonou os “métodos científicos” os quais não mais acreditava e passou a valorizar sua intuição e capacidade natural de curador – que todo ser humano tem. Dr. Bach se isolou em uma pequena cabana no campo, onde passou a observar e a estudar todas as flores da região, na intenção de encontrar uma para cada estado mental ou emoção. Ele também adoptou a sua vida às quatro estações do ano, trabalhando no atendimento de quem o procurava no inverno. Ele descobriu que quando tratava o cliente baseado na sua personalidade e nos seus sentimentos, suas tristezas e fadigas físicas eram também aliviadas e o poder natural de cura dentro de si mesmos era desbloqueado e a pessoa voltava a sua vida natural. Em 1934 o Dr. Bach se mudou para Mount Vernon, na região de Oxfordshire. Pesquisando pelo campo ele encontrou as flores que precisava para formar o seu sistema de 38 essências florais. Ele sofreu o processo de testar inúmeras flores nele mesmo até chegar àquelas que considerava habilitadas a tratar os padrões emocionais de todas as pessoas. O Dr. Bach faleceu aos 50 anos de idade e deixou um sistema de florais que, 80 anos depois da sua decisão de abandonar a medicina oficial, é reconhecido e utilizado em todos os continentes e foi a peça-chave para que a Organização Mundial de Saúde reconhecesse as terapias complementares de saúde pública. O Dr. Bach inspirou Terapeutas Florais em todo mundo e inúmeros sistemas de florais foram criados de acordo com o estudo dele.
Foto da fundação da ASTEFLOR: Martha, Fernanda Suhet, Joacir, Flavianna, Wanessa Cristina e Lúcia.
Cecilia, o primeiro Terapeuta Floral a se registrar no INSS
O primeiro Terapeuta Floral do Distrito Federal a ser registrado no INSS com essa profissão, em 2003, quando ainda não era reconhecida pelo Governo Federal, foi a Terapeuta Floral Maria Cecília Morato, sócio-fundadora da ASTEFLOR. Pela primeira vez na história do DF, quem sabe do Brasil, um órgão público federal reconheceu um certificado de filiação de uma entidade de classe da Terapia Floral, quando a maioria dos terapeutas florais se refugiava em sindicatos de profissões generalizadas e não tinham o título de Terapeuta Floral.
Fundadores e primeira diretoria da ASTEFLOR - José Joacir dos Santos, presidente; Vice-Presidente: Flaviana de Cássia Salomão e Araújo; Primeiro-Secretário: Kátia Fernanda Suhet; Segundo-Secretário: Rosângela Maria Tinoco Béllo; Primeiro-Tesoureiro: Ana Maria Góis Almeida; Segundo-Secretário: Ana Lúcia Marques; Diretora de Divulgação: Jussara Góis Almeida; Diretora de Ensino e Pesquisa : Marta Macherini.
Recomendação - Se você também é Terapeuta ou Mestre Reiki, recomendamos, também, a filiação à Associação dos Mestres e Terapeutas Reiki - AMETEREIKI, site: www.mestres.org ou www.ametereiki.com.br
LEMBRE-SE: PELA LEI BRASILEIRA, VOCÊ NÃO É OBRIGADO A SE SINDICALIZAR. PRECISA, APENAS, SE ASSOCIAR OU SE FILIAR A UMA ENTIDADE DA SUA CLASSE PROFISSIONAL, ISTO É, A UMA ASSOCIAÇÃO DA SUA CLASSE PROFISSIONAL. NO CASO DA TERAPIA FLORAL, A ENTIDADE DE CLASSE É UMA ASSOCIAÇÃO COMO A ASTEFLOR. NÃO SE ILUDA.
O SINDICATO É ALGO MAIS POLÍTICO…
